Surdo
Marca o tempo grave da bateria. É a base que sustenta todo o ritmo — sem ele, a torcida não anda.
A bateria é um dos símbolos mais reconhecíveis da A3M UFPR. É ela que sobe nas arquibancadas para empurrar os times nos minutos finais de uma partida apertada do Intermed, que abre as festas com energia, e que faz da torcida da Gralha Azul uma das mais marcantes nas competições universitárias do sul do Brasil.
Composta por estudantes da própria medicina, a bateria mistura ritmos clássicos de torcida universitária com arranjos próprios, gritos de guerra e improvisos que viraram tradição. Não é exigida experiência prévia — quem quer aprender, aprende aqui dentro.
A bateria é organizada em naipes, cada um com seu instrumento e sua função no conjunto.
Marca o tempo grave da bateria. É a base que sustenta todo o ritmo — sem ele, a torcida não anda.
Conduz as viradas, dá os comandos de entrada e saída e dialoga com o mestre da bateria. É o naipe que dita a velocidade.
Marca o tempo agudo, com sapateado característico da bateria universitária. Trabalha em conjunto com o surdo.
Os toques mais cantados, com requintes de virada. Usado nas viradas que mobilizam a torcida inteira.
Adiciona brilho ao conjunto. Naipe ideal para quem está começando — entra rápido na execução.
Toques de assinatura, usados em momentos específicos para diferenciar os arranjos da A3M de outras baterias.
Os ensaios acontecem semanalmente, com horário e local divulgados no Instagram. Eles são abertos para qualquer sócio da A3M, com ou sem experiência. Se você nunca tocou um instrumento, a bateria ensina — muita gente que hoje conduz arranjos começou exatamente assim.
Quem participa da bateria tem prioridade nas vagas para acompanhar a delegação em competições como o Intermed, JOCA e CIA Federal. As viagens com a bateria estão entre os momentos mais marcantes da vida universitária da medicina.
Não precisa saber tocar. Só precisa querer. Vire sócio, apareça num ensaio e comece pelo instrumento que mais te chamar.
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